10 de maio de 2008

Síndrome do celular desligado

Se existe uma situação que me deixa bastante angustiada é tentar me comunicar com algum ente querido, via celular, e ouvir aquela mensagem irritante: o celular está desligado ou fora da área de cobertura. Pois foi exatamente isso que aconteceu comigo nesta semana.
Normalmente sou informada dos passos dos meus familiares, o que considero perfeitamente natural para uma habitante da selva chamada Rio de Janeiro. Creiam-me, não fico monitorando ou vigiando ninguém, apenas gosto de saber onde se encontra esse ou aquele e o horário previsto de retorno a minha casa. Acontece que o tempo foi passando – e muito do horário habitual - e entrei em paranóia. Como ocorre nessas situações, o menos pior que imaginei foi um seqüestro relâmpago. Para complicar ainda mais a situação, recebi a informação do atendente da empresa que a “minha figurinha querida” já havia saído do local por volta das 10 horas da noite e sozinho. Caramba, já era meia noite e nada. Nossa Senhora Aparecida me ajuda muito nessas horas e assim que comecei a apelar para ela, o meu celular tocou. Respirei aliviada. Estava tudo bem. O celular da "pessoinha" estava sem bateria. Custava me informar? E o medo de “pagar mico”?
Ainda não cheguei ao ponto de sugerir a compra daqueles celulares com rastreadores, mas seria o máximo de conforto, segurança e tranqüilidade, não é mesmo?
Enquanto isso não acontece, espero não ter de engrossar o contingente de pessoas que sofre de
namofobia – a síndrome do celular desligado.
Ninguém merece!

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